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Trabalhamos com qualidade de vida e alta performance, aplicamos princípios de boas relações humanas, boas maneiras, boa alimentação, boa forma.

 

O paradoxo da disfunção

O paradoxo da disfunção

Qual a sua preferência, ter consciência do melhor ou perceber o funcionamento inadequado?

Quando algo não funciona como deveria logo é percebido.

A disfunção evidencia a perturbação do funcionamento de um órgão, de um aparelho ou de qualquer parte de um organismo.

As pessoas comumente só identificam o funcionamento de sua estrutura orgânica quando essa é acometida por alguma patologia ou desconforto. A privação é um modo de chamar a atenção.

De maneira geral, quando o corpo sinaliza com dor, desconforto, aceleração cardíaca, mal estar, sudorese é que tomamos ciência de termos uma estrutura saudável até aquele sinal ou sintoma surgir, assim também é com as emoções e o raciocínio, somos felizes, porém não percebemos e pensamos na infelicidade como palco dos nossos instantes, mas se somos privado de qualquer conforto logo lastimamos o quanto eramos felizes.

Esse é o paradoxo da disfunção, na dificuldade valorizamos o que está ausente e provocando o desconforto, quando deveríamos estar felizes todo o tempo por desfrutarmos das inúmeras benesses do sentir-se vivo, mas paradoxalmente é a privação, a disfunção, que estimula nossos desejos de suprir o que no momento não temos, com isso esquecemos tudo o que está disponível a nossa individualidade.

Nossa prática promove um aprimoramento abrangente, nossas percepções são ampliadas, identificamos no funcionamento corporal não apenas a movimentação musculoesquelética, desenvolvemos o tato interno, sentimos o pulsar do coração, o trânsito energético, as papilas gustativas são mais ativas ao sabor e as texturas, os sentidos se aguçam e nos aproximamos do ambiente e dos outros com intensidade e leveza. São tantas outras ações e atitudes que a máquina humana proporciona a quem predispõe-se a alta performance e a qualidade de vida na prática, que inúmeras potencialidades despertam no praticante, e esse passa a perceber o senso comum vigente como inércia, e a disfunção é o não se perceber feliz e multifuncional.

Aquele que não sabe que é feliz precisa acordar, a melhor maneira para esse despertar é a expansão da consciência, a megalucidez, a outra maneira é pelo desconforto do paradoxo da disfunção.

Você sabe que o segmento profissional em que nos inserimos já não é mais restrito a uma filosofia específica, nem está mais sujeito aos falsos estereótipos que lhe foram impingidos pela opinião pública?

Ao nosso acervo acrescentamos um formidável patrimônio de conceitos aplicáveis ao mundo real do praticante: à sua profissão, à sua faculdade, ao seu esporte, à sua família, ao seu relacionamento afetivo.

Nosso acervo para reeducação comportamental inclui esse site e outros tantos, inclusive o Blog do DeRose, diversos livros, até de educação de cães, Anjos Peludos (e não somos pet shop!), livros de Boas Maneiras, (apesar de não sermos uma escola de etiqueta social) além de cursos e atividades diversas de um método que utiliza técnicas e conceitos para incrementar qualidade de vida e alta performance na aérea empresarial e desportiva.

Nosso referencial são os estudos, pesquisas e experiência de vida, cursos e viagens do Sistematizador DeRose, que tem mais de 50 anos de magistério em cursos de extensão universitária em várias universidades federais, estaduais e católicas de todo o Sul/Sudeste, parte do Norte/Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, bem como Europa e Américas do Norte e do Sul.

Trabalhamos com qualidade de vida e alta performance, aplicamos princípios de boas relações humanas, boas maneiras, boa alimentação, boa forma etc.

Melhoria constante

Melhoria constante

Um relacionamento sincero apoia-se na coragem da transparência, isso é básico. Assim, se deseja aprimorar-se é imprescindível reconhecer o seu momento atual e como está a sua estrutura psicofísica.Todos temos dúvidas, incompreensões, ignorâncias e medos, não somos perfeitos, mas se encararmos nossas dificuldades e obstáculos como estímulos mais facilmente podemos compartilhar com quem se importa, e esses se tornam intimamente importantes pela proximidade daquele que realmente somos, independentemente das máscaras da personalidade.

O interessante é que essa exposição, ante a fragilidade e vulnerabilidade que suscita, paradoxalmente, produz uma sensação de proteção, base de segurança e conforto para a inteireza no convívio, integridade na relação e integração na convivência, principalmente se for atitude mútua, constituindo assim, uma união verdadeira.

Na partilha das nossas imperfeições com o outro descobrimos que as vitórias são mais saborosas, os desgastes tornam-se mais suaves e a valorização das nossas qualidades não tendem a entorpecer o ego com vaidades improfícuas, numa inutilidade improdutiva de elogios vazios. O melhor, as preciosas informações do que necessitamos ficam evidentes, é como ir ao mar tendo preparado-se em terra, temos a vantagem da oportunidade de planejar as ações que construirão benefícios.

A coragem da transparência suscita evolução, progressão, gradativo desenvolvimento pautado na autossuperação, mas a dignidade do destemor longe está da afoiteza ou da petulância, sua hombridade respalda-se na bravura da determinação, da constância, da perseverança.

O exercício da sinceridade e da clara nitidez de quem somos nem sempre encontra respaldo na sociedade contemporânea, antissensorial e repressora, local onde as múltiplas relações humanas acontecem e são influenciadas por ela de fato; a habilidade de lidarmos com essas interferências irá se nortear por nossa estabilidade emocional e cognitiva predizendo as consequências do uso da exposição pessoal, então, franqueza, lealdade e lisura são incompatíveis com a ingenuidade.

O significado da perspicuidade descobre-se no exercício com o outro e a lucidez se instala em um processo de adestramento do desempenho das atividades pessoais.

Ética, na prática, são normas íntimas que suplantam os costumes sociais vigentes; a vida se faz a cada instante, nas percepções a que nos predispomos, com aqueles com quem insistimos em compartilhar, por isso, prosseguir unido é também apoiar a coragem da transparência do outro com a sinceridade da sua, desfazendo o equívoco de apenas perdurar uma relação ou prorrogar uma separação.

Sem enganos, todos assumimos a agudeza e profundidade em nossos convívios, mas por estarmos familiarizados com essa atitude ela não se nos aparenta claramente, assim, vamos da cordialidade distante a intimidade tórrida, e está no autoestudo a chave para o autoconhecimento e o melhor apoio as boas relações humanas. Assim é que conquistamos a beleza da boa forma, com significância.

Muito além dos benefícios

Muito além dos benefícios

Há mais de 5 décadas o educador DeRose preconiza técnicas e conceitos de uma filosofia de vida saudável, tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento. Os benefícios consequentes são uma expressão natural do Nosso Método, mas o foco não está em oferecer benefícios, pois seria inadequado afirmar que poderia suprir todas as expectativas pessoais de cada um.

Somos uma Cultura, uma maneira de viver com hábitos saudáveis, boa alimentação e muito mais, uma proposta de com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma.

Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas corporais que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental.

Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

A essência da ocasião

A essência da ocasião

No início, aquilo que era apenas uma diversão logo mobiliza fortemente o prazer e traz consigo um encantamento.

Dar-se ao prazer é uma entrega que frequentemente produz a necessidade de repetir, mas também pode sugerir o conhecer mais, o aprofundar-se com consciência no suporte daquilo que encanta.

A dedicação disciplinada produz a conquista de uma técnica eficaz e lapidada, porém existe o risco de apenas reprimirmos o prazer ou de nos conduzirmos àquela situação onde o aprimorar-se pode torna-se uma regra cega, sucumbindo a satisfação, e o descuido com a diversão facilmente ofusca a essência da ocasião.

Uma das nossas características são a codificação de regras gerais de execução, uma delas: – Esforce-se sem forçar. Mas, dispomos de muito mais, inclusive de técnicas de descontração e administração do stress

Desde já, com mais frequência sorria e expresse com riso, gargalhada ou descontração, diminua ou elimine a tensão dos instantes, e deles a ansiedade, descondicione a capacidade de encantar-se.

Que o seu domínio, sobre si e sobre o que lhe envolve, instale-se com técnicas divertidas por excelência permitindo que a essência da ocasião continue a alegrar.

Mais que inspirar e expirar

Mais que inspirar e expirar

A respiração é um elo entre os estados de consciência, existe uma relação intrínseca notada na prática, facilmente perceptível dos estados mentais, modulados pela emoção e pela razão, assim, no comportamento respiratório, identificamos que o colérico é ofegante e o sereno respira moderado e ritmado, podemos também aprofundar essa percepção notando que quando estamos acordados o nosso ritmo respiratório é mais rápido do que no sono, e ainda mais, é muito frequente que o praticante inicial das técnicas respiratórias boceje, fique sonolento ou até durma ao igualar o seu ritmo respiratório com o característico do estado do sono.

Um objetivo prático é ampliar ao máximo o intervalo entre os ciclos respiratórios, suprimindo a descontinuidade dos estados de consciência, que são a consciência diurna, a do sono com sonhos, a do sono sem sonhos e consciência cataléptica; experimentando com toda lucidez estes estados de percepção da realidade, promovendo a unificação da consciência.

Com a prática o comportamento respiratório torna-se mais adequado ao melhor funcionamento orgânico, aprimora a prática das técnicas, favorece a adequação às proscrições e prescrições éticas, predispõe ao despertamento da energia criadora, ativa os centros de força do nosso corpo, desenvolve os poderes paranormais, culminando no estado de megalucidez, de hiperconsciência.

Nos habituamos tanto aos conceitos definidos que os incorporamos sem questionamentos, até mesmo aqueles que contradizem o nosso funcionamento orgânico. A maioria das pessoas confirmará que a respiração é composta por duas fases, inspirar e expirar, quando na verdade são quatro, inspirar, reter com o pulmão cheio, expirar e reter com o pulmão vazio.

A força vital, o prána na Índia milenar, faz parte do corolário de idéias inovadoras para a ciência ocidental, apesar de ser um conceito muito antigo. O psiquiatra austríaco Wilherm Reich denominou esta bioenergia de orgônio, os pesquisadores modernos de bioplasma, os chineses a conhecem por chi, na cultura polinésia por mana e os ameríndios chamam-na de orenda, assim o percebemos em diferentes épocas e culturas, com utilização prática da acupuntura a bioenergética.

O excêntrico Anton Mesmer, foi ridicularizado e perseguido por esse mesmo conceito. Doutor em medicina, formado em Viena, senhor de cultura abrangente e que também estudou filosofia, teologia e direito, denominou o prána de fluido magnético; Mesmer que nasceu em Weil, na Áustria, em 23 de maio de 1773, faleceu em 5 de março de 1815, ficou conhecido como a eminência parde do hipnotismo, apesar de ser considerado posteriormente, por alguns como o fundador da psicoterapia.

A força vital, que forma e mantém todas as formas de vida, também é denominada bioenergia. O interessante é que a podemos expandir ou intensificar a bioenergia no organismo, com um conjunto de técnicas, exercícios quase sempre respiratórios, sendo essa uma etapa para acesse a hiperconsciência, através do controle do ritmo respiratório.

No intento da supressão da instabilidade da consciência dá-se recusa da respiração comum dos homens, arrítmica e inconsciente, e conduz a atitude de controle dos movimentos respiratórios e a concentração em um só ponto, etapa preliminar a essa conquista.

No Swásthya Shastra, DeRose, Nobel, encontramos uma excelente compilação de técnicas habilmente explicitadas para execução da expansão da bioenergia, noções de fases da respiração, gradação do ritmo e da evolução, mentalizações, utilização de contrações de plexos e glândulas, além de orientações sobre gestos reflexológicos feitos com as mãos e posições físicas e psicofísicas nos exercícios respiratórios.

Um suporte para a atenção consciente

Um suporte para a atenção consciente

Centrar a atenção em um só foco de percepção e deixar estar confortavelmente, até parar de pensar e acessar estados expandidos e profundos da consciência.

Satisfação é o orgasmo do desejo, o prazer da conquista do que se espera, assim, a espera não é de todo má.

O que necessitamos controlar é a pressão desse sentimento persuasivo que é a angustia, desconfortável ela facilmente se instala sem que percebamos, basta aquela ansiedade do aguardar e ela acaba por nos encontrar.

A lembrança do gozo de uma satisfação recente tem um arrebatador poder de nos fixar nesse querer.

Ao mesmo tempo em que desfrutamos do prazer destruímos as fantasias motivadoras, mas enclausuramos na memória mais substratos que fortalecem a imaginação, assim, criamos o ciclo de aprisionamento da vontade e nos tornamos refém do prazer, esse vínculo é mais denso quanto mais instintivas são nossas reações e conseqüente menor refinamento cognitivo, por isso agir com sutileza nos aproxima da essência.

Além de ter ou não ter uma satisfação, um orgasmo do desejo, o prazer da conquista do que se espera, se interpõe a possibilidade do domínio da situação, nos envolvendo na pró-atividade direcionada ao clímax para reter a conclusão pelo tempo máximo que podermos manter o controle sem nos agredir.

Muitos são os contextos para a satisfação e em todos eles há uma evocação da memória, a exceção da meditação e dos estados conscientes expandidos advindo desta onde a memória cada vez mais é suprimida nos fixando na eternidade do instante, o agora.

Então, construir a memória de modo que estejamos satisfeitos com mais freqüência é uma conduta inteligente, e a compreensão do seu conteúdo e funcionamento favorece no instante de aquietá-la. O parar de pensar é uma atitude consciente, ativa e técnica.

Ninguém questiona a colocação de que o que os nossos sentidos identificam deve ser agradável, mas agradável não é genérico, é infinito na multiplicidade das pessoas e instantes, porém há uma essência que é comum a todos, é aquela sensação indescritível por palavras que define o que compreendemos por satisfação.

O bem estar se instala mais facilmente se respeitarmos alguns conceitos que evocam lembranças, imaginação e fantasias favoráveis, vamos a eles:

Estética – sabemos hoje que os designers são profissionais que criam a necessidade naquilo que não precisamos, utilizam para isso a compreensão do belo dando-lhe utilidade.

A beleza, quer por simetria, por significância ou qualquer outro motivo é o próprio bem estar densificado em sutilezas.

História – memória é contextualização, ao nutrirmos nossos condicionamentos com novos pontos de vista, pontos referenciais, possibilitamos uma aproximação mais segura e confortável do que desejamos.

Unidade – a harmonização dos elementos que interpretamos necessita de estabilidade e permanência para construir aquela completude que satisfaz. Cada conceito em consonância aos demais cria a sensação de uma sinfonia agradável.

Seriedade – diferentemente de sisudez, é fazer o correto, ter implícito a predisposição a coerência, aproximar-se da perfeição a todo instante.

Quando, na multiplicidade de interpretação do nosso fazer, agimos com empatia, melhorarmos a compreensão e o outro pode se identificar, daí surgem relações mais consistentes. De modo prático, ao nos colocarmos na posição do outro, como outro percebe as nossas atitudes, a sensação prazerosa que construirmos durará mais e mais freqüentemente poderemos repetir.

Coerência – O encadeamento lógico, principalmente no âmbito prático, é um modulador da satisfação, por isso substitua as justificativas por uma análise mais abrangente das situações e tenha atitudes mas conscientes.

Habitualmente, a falta de recursos ou tempo impossibilita a satisfação, encontre o seu significado existencial, aquilo que faria mesmo que tivesse milhões em dinheiro vivo e muitos anos para serem vividos, isso é o que realmente irá lhe satisfazer ampla e demoradamente, mas só você sabe e pode concretizar.

Com atenção controlamos a velocidade da paixão para seguirmos satisfeitos.