Alta performance

Aulas e Gestão evolutiva

Escola

Centro Cultural Ferreira

Uma gastronomia deliciosa

Adaptado do livro DeRoseAlimentação Vegetariana: chega de abobrinha!, Nobel.

  1. Não se alimente das carnes de animais mortos
  2. Não misture: sal com açúcar, melhor, evite ambos
  3. Evite sobremesas
  4. Não misture também alho com cebola, mesmo em pratos diferentes
  5. Frutas ácidas com frutas doces não combinam
  6. Líquidos só 30 minutos antes ou depois das refeições
  7. Beba bastante água mineral e faça rodízio das marcas
  8. A água que sobra do cozimento de legumes serve para preparar outros pratos
  9. Utilize o mínimo de laticínios
  10. Substitua o creme de leite por yoghurt ou por pasta de gergelim (tahine)
  11. Restrinja o uso de maionese, ovos, creme de leite, manteiga e gorduras de origem animal e outras que fiquem em estado sólido sob temperatura ambiente
  12. O azeite de oliva extra-virgem, extração mecânica, a frio, quase sempre pode substituir a manteiga
  13. Seu prato é um bom parâmetro para saber como estão seus órgãos internos
  14. Adote especiarias
  15. Também adote fibras, alimentos integrais, lêvedo de cerveja, ginseng, alho
  16. Elimine panelas de alumínio e as películas anti-aderentes
  17. Atenção ao alimento e ao alimentar-se
  18. A monodieta correta e por um período curto pode ser feita
  19. Seriedade, determinação e bom senso, mas evite o fanatismo
  20. Acesse Confraria do Sabor e conheça muito mais da gastronomia DeRose.

Consciência alimentar

Consciência alimentar

A comida, em sua forma e conteúdo, vincula-se com nossos desejos e sentimentos, mais do que bloquearmos tal conexão necessitamos compreender e atuar domando a ansiedade e a depressão, transformando em prazer e energia o processo complexo de saciar a fome.

Se você já ultrapassou o nível da mera subsistência, aquele conjunto de itens para a manutenção da vida, já deve ter entendido que a quantidade na alimentação tem de ser aquela para manter a estabilidade da vida, excessos ou restrições de modo genérico são prejudiciais.

Fácil é definir que a atitude ideal é comer quando se sente fome, porém na prática, contando com os inúmeros aspectos da realidade nos centros urbanos e os hábitos culturais a que estamos predispostos, a solução ideal é ficarmos atentos a qualidade do que consumimos vinculando sempre o prazer a essas experiências gastronômicas diárias.

No mundo da pluralidade de expressões individuais da atualidade, onde convivem da anorexia, estimulada pelas grifes que veneram as modelos cabides, ao extremo oposto, das obesidades mórbidas, daqueles que amam muito tudo isso e se deixam levar pelo balanceamento inadequado do consumo fast food de produtos industrializados pensando em um final quase feliz com a cirurgia bariátrica, têm em comum a gula insana dos valores impessoais das corporações e seus lucros.

A observação do metabolismo individual, do nosso biotipo e um pouco de experimentação proporcionam a construção hábitos salutares na alimentação.

A alimentação ideal potencializa a vida, a pureza, a força, a alegria e o bom humor; utiliza alimentos saborosos, suculentos e agradáveis, deixam uma sensação de limpeza e purificação dos meridianos energéticos, de fluidez da bioenergia.

Esses bons alimentos, geralmente são frescos, pouco cozidos, cozidos a vapor ou cru.

Aqui vai uma ressalva, o cozimento dos alimentos, desde tempos imemoriais relaciona-se ao domínio do fogo, portanto ao poder, mas existe uma multiplicidade de formas de trabalharmos os alimentos antes de degustá-los incluindo em sua forma natural.

Outra relação com o poder também acontece com a quantidade exagerada na ingesta de comida e bebida, basta imaginarmos uma corte qualquer realizando um banquete habitual, mas na atualidade o sobrepeso é de imediato rotulado com falta de consciência alimentar, a contraparte é que a magreza esquálida dos que tentam iludir os anos vividos também é mal vista e comentada, mas tudo isso pode não passar de meras generalizações.

A dica é a alimentação com cereais, legumes, oleaginosas, sementes, frutas, compotas com pouco açúcar, sumos, mel, melaço, iogurte, leite, queijos e manteigas, sopas, feijões, farofas, batatas assadas, cozidas ou fritas, purés, suflés, empadões, tortas salgadas, legumes à milanesa, empanados, à doré, au gratin, pizzas, empadas, pastéis, risolis, croquetes, quibes sem carne, tabules, espihas, assados de legumes, lasagnas e outras massas, ou seja, tudo o mais que você consome no seu dia a dia sem a carne. Tudo isso, menos carne. Em uma quantidade ideal modulada pela sua conexão alimento sentimentos, gradativamente aprimorando a sua consciência alimentar na prática.

O que comemos

O que comemos

Tudo menos carne de peixe, carne de ave ou qualquer outra.

Sopas, feijões, farofas, batatas assadas, cozidas ou fritas, purés, suflés, empadões, tortas salgadas, legumes à milanesa, empanados, à doré, au gratin, pizzas, empadas, pastéis, rissolis, croquetes, quibes sem carne, tabules, espihas, assados de legumes, lasagnas e outras massas, ou seja, tudo o que você consome no seu dia a dia. Menos carne.

Mas, só entende realmente quem está predisposto a mudança de paradigmas, pois nossos hábitos nos condicionam de tal maneira que se quer questionamos condutas insalubres ou a ética em nossos comportamentos sócio-culturais; quando muito, conseguimos observar a sanidade, ou a falta dela, em nossas intenções ou em nossas atitudes.

As mudanças conscientes necessitam de 3 suportes para se concretizarem:

  1. Teórico – ter o conhecimento do quê e do por quê de realizar determinada transformação nas rotinas;
  2. Prático – ter a capacidade de executar, é o como fazer;
  3. Psicológico – somos seres sociavelmente influenciados, as nossas emoções e a nossa interpretação cognitiva é, em muito, construída e mantida pelos grupos sociais que permeamos, pela cultura que nos formou e estimula a continuação de condutas por ela preconizada; assim é que, sem muitos questionamentos ou nenhum, seguimos levados por nossas codificações de cor, raça, sexo, família, infância, relações com os ambientes e com as pessoas, nicho sócio-cultural em que estamos inserimos, dentre tantos outros fatores que modulam a nossa vontade e determinam o desejo de fazer.

Pois é, é o desejo de fazer que estimula você a ter qualidade de vida na prática, que lhe anima a ter domínio sobre o seu desejo; por fim, é o desejo de fazer o que primeiro lhe movimenta no sentido da amplitude de consciência.

O auto-estudo, a auto-superação e o auto-domínio têm a capacidade de produzir auto-suficiência, e isto é o que viabiliza o discernimento, a noção do Eu e uma felicidade crescente, indescritível, associada a expansão da consciência.

Então, o que comer?

Legumes, cereais, hortaliças, frutas, raízes, massas, ovos, laticínios, açúcar, chocolate… Tudo. Menos bicho morto.